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Armas de Alcance

O ideal para qualquer combatente é abater o adversário antes que este chegue sequer próximo. Para além da vantagem óbvia no campo de batalha, as armas de alcance eram também fundamentais quando se tratava de proteger ou assediar uma localização fortificada.

Em baixo mostramos dois exemplos de armas de alcance, bem como os seus utilizadores especializados.



 
 

Portugal tinha uma tradição de besteiros associada à formação dos concelhos.

As várias ordenações reais (como os forais de fundação) mencionam a obrigatoriedade dos municípios manterem e treinarem um número certo (um conto) de besteiros, para servir o rei em caso de guerra.

Os besteiros do conto tinham uma posição social importante e privilégios como isenções tributárias.

No tempo de D. João I, o conto para Lisboa foi estabelecido em 300 besteiros.





 
 

Logo em 1384 foi enviada uma embaixada a Londres para negociar apoios, obtidos sob a forma do envio de soldados e mantimentos.

Assim, em 1385, contingentes de tropas auxiliares inglesas desembarcam em Lisboa, Setúbal e Porto. Entre estes veteranos da Guerra dos Cem Anos incluem-se muitos arqueiros que já provaram em batalha que o arco longo (longbow) pode ser uma arma letal mesmo contra cavalaria pesada. 

A aliança estabelecida será firmada com a assinatura do tratado de Windsor em 1386 e com o casamento do rei D. João I com D. Filipa da casa de Lencastre em 1387.


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